Piino

Brincos minimalistas, divertidos e coloridos, criados à mão por uma designer que se tornou artesã.

Texto: Mariana Abreu Garcia

Foi depois de viver na Suíça, em Itália, no Japão e na Alemanha que Rita Botelho, de regresso a Portugal, encontrou o lado mais colorido da vida. Trabalhava há anos como designer de produto e a maioria das vezes com uma forte ligação à joalharia, mas não era o trabalho dos seus sonhos. Os materiais utilizados eram sempre os mesmos e estimulavam pouco o seu lado criativo. “Tenho um estilo muito minimalista e uso sempre cores neutras em tudo, mas nesta altura da minha vida só fazia sentido criar peças coloridas. Estava contente com a minha filha, com a minha família, com o meu regresso a Portugal. Foi um rasgo criativo em que senti a necessidade de me exprimir com cor.”
Assim surge, em 2019, a Piino, uma marca de joalharia minimalista, divertida e colorida. É, a começar pelo próprio nome, uma ode à brincadeira e à leveza de quem leva a vida a arriscar, a cair e a tentar de novo. Os brincos são feitos com massa polímera, “mas não daquela com que brincávamos quando éramos pequenos”. A argila de polímero com que Rita trabalha é explorada com técnicas sofisticadas, algumas delas desenvolvidas por si ao longo do último ano – partilhadas agora no Patreon, o projeto paralelo de aulas online em que a designer e artesã partilha as suas descobertas de mãos na massa.
Todas as peças são feitas à mão por Rita mas, ao contrário do que se possa pensar, o trabalho exclusivamente manual não é a melhor opção. “Utilizo instrumentos e pequenas máquinas para evitar dedadas e impurezas no material.” E ainda assim, nunca duas peças saem exatamente iguais. As cores dos brincos, que Rita aponta como um dos grandes motivos de sucesso da marca, são resultado das muitas misturas feitas pela designer até encontrar a receita certa para cada uma delas. Os três tons iniciais deram já lugar a 14, que garantidamente vão aumentar em breve.

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