Solo Ceramic

Nestas peças de barro feitas à mão, a imperfeição é vista como sinal de autenticidade.

Texto: Mariana Abreu Garcia

Uma psicóloga e duas arquitetas começaram a fazer workshops de cerâmica fora de horas e cedo descobriram que trabalhar o barro era “uma coisa terapêutica”. Rita Viana Baptista, Rita Póvoas e Sara Oom de Sousa decidiram então juntar-se num ateliê que improvisaram numa garagem, em Lisboa. Dos encontros semanais acabou por surgir, em 2018, a Solo Ceramic.
“A nossa primeira experiência enquanto marca foi numa feira de Natal muito pequena”, recorda Sara. Na altura, as peças que as três amigas produziam eram feitas individualmente, conforme o que lhes ia apetecendo. As 100 peças que levaram para a feira voaram num instante.
Mantendo a produção manual e local, decidiram fazer uma primeira coleção e acrescentar-lhe uma vertente solidária. Durante o ano de 2019, estabeleceram uma parceria para formarem e empregarem quatro reclusos da prisão de Caxias. “Antigamente era comum haver nas prisões carpintarias, serralharias, olarias, o que infelizmente se foi perdendo.”
Seguiu-se, já em 2020, a coleção Terracota, onde as ceramistas exploram o barro vermelho em chávenas de chá, jarras, taças, pratos e suportes de velas. A produção desta vez acontece no Alentejo, onde dois oleiros, pai e filho, trabalham diretamente com a marca.
Todas as peças são feitas à mão, muitas vezes com pequenas diferenças entre elas, sempre celebradas. O barro é vidrado apenas onde é necessário, mantendo de resto o material no seu estado natural, com a textura e as imperfeições que lhe são naturais.
Fã do minimalismo, esta segunda coleção “pretende preservar a memória da tradição alentejana que se tem perdido nos últimos anos”. A premissa é, em conjunto com os oleiros, manter este barro vivo, modernizando-o através do design.

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